Todos sem excepção procuramos o Paraíso, ou algo que se assemelhe a tal.
E quando se fala nisso, fala-se numa Eva, resguardada por uma parra (o fio dental da época), um rio de águas transparentes e frondosas árvores por onde passam raios de sol e aves que enchem o céu.
Evidentemente que este encher de alma, tem alimentado a nossa imaginação ao longo dos tempos, tentando ver o Paraíso na terra olhando o céu.
Mas o Paraíso transforma-se consoante os tempos.
Passa dos mapas para o céu e do céu para o local que cada um de nós mais considera, transformando esse espaço no "Verdadeiro Éden".
Espaço esse, que pode ser físico, temporal ou imaginativo, desde que nos faça sentir bem e nos focalize num bem-estar saudável.
Os textos bíblicos ou sagrados, referem pouco sobre estas descrições, mas elas estão bem presentes na memória de cada um de nós.
Cada imagem, cada momento, cada associação, cada sentimento, cada encontro com o maravilhoso, com a paixão, com o amor, transporta-nos física e espiritualmente para o Jardim do Éden.
Por outro lado e tendencialmente quanto mais desesperados andamos com a vida na terra, mais procuramos o caminho para o Paraíso.
Se tem riachos, cascatas, árvores, jardins, flores, aves, jovens e belas mulheres com muita ou pouca parra; "Eva´s" melhor ou pior vestidas (despidas talvez), cada um fará interiormente o seu local de perfeição... se é que esse lugar alguma vez existiu.

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